toró de parpite











{19/09/2008}   Humpf!

Ainda não sei o que fazer com essa foto. Postei, mas todos os dias mudo o seu título, e me pergunto se alguém mais vê nela alguma beleza.  

Eu gosto. Gosto mesmo.

Ela pode ser só a foto de um espelho velho, no teto do banheiro de um hotel, num prédio muito antigo, numa cidade muito antiga também. E pode-se notar nela a imperícia da fotógrafa. 

Mas esse espelho no teto me fez mais feliz cada vez que eu entrei naquele banheiro. E algumas vezes eu entrei lá e fechei a porta desejando voltar prá casa, nunca ter estado ali.

Desejei, olhando para o espelho – como a bruxa da Branca de Neve, não ser  tão teimosa, saber que era chegada a hora de parar. Ter uma maçã envenenada, também servia (não prá mim, claro!!).

Fato é que esse espelho me fez companhia naquela viagem, e, apesar de revelar impiedosamente cada um dos meus defeitos, não me levou à dolorosa tentaiva de justificá-los, simplemante porque não pretendeu, nem por um segundo, que eu fosse diversa.

Matei a charada. A foto fica.

(Charada devia ser com ‘X’…)

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