toró de parpite











{20/10/2008}   blohg, blohg, blohg

Blogging what??

 

Esse foi o título do primeiro post no meu primeiro blog (aladlima.zip.net). Na verdade, foi o segundo. O primeiro, primeirão mesmo, foi só um “hã?” – prá testar.

 

Foi uma breve aventurança. Eu não tinha a mais remota idéia de por onde começar, e sai fuçando, motivada – claro! – pelo convencimento sem cerimônia de que eu pensava coisas legais, e que eu podia, sem qualquer critério, registrá-las.

 

E não é isso, afinal, que pensam todas as pessoas que resolvem ter um blog?

 

Enfim. Por insistência e persistência, tô no segundo.

 

Essa coisa vai engolir a gente. A tal blogosfera, a dita quinta mídia. Leio diariamente, acho que como quase todo mundo, um monte desses jornais pessoais, além de me socorrer deles também prá tudo quanto há. Inevitavelmente, danei a pensar sobre o meu.

 

Longe de mim querer palpitar sobre as causas e o efeito disso no mundo, sob nenhum dos milhares aspectos envolvidos. E também não se trata de fazer uma ‘Carta de Justificação’ ou uma ‘Exposição de Motivos’ sobre o próprio esse meu blog.

 

Mas resolvi pensar em voz escrita sobre algumas questões que essa coisa tem ABSURDAMENTE feito passar pela minha cabeça.

 

Como já disse, me meti a isso SÓ porque eu pensava que pensava coisas legais e que podia, repito, sem qualquer critério, publicá-las.

 

Wow! Que genial!! E aí todas aquelas sandices que eu fico pensando, sobre TUDO, aliás, eu vou poder escrever? E, ainda, outras pessoas poderão ler?!?! Que suuper legal, mas… A-há!! Aí vem a pergunta mestra:

 

Vc escreve num blog porque quer que outras pessoas te leiam?

 

A primeira pergunta e suas filhotinhas:

 

Sobre o que é seu blog? 

E no seu perfil, vai o quê?

Vc vai falar sobre coisas importantes para humanidade?

Ou só sobre delicadezas artísticas?

Ou tesouros escondidos que vc com a sua suprema capacidade investigativa e faro incansável acharam no recanto mais descolado da rede mundial de computadores?

Vc vai salvar o mundo com o seu blog?

Vc pretende se imortalizar com o blog?

Ele vai virar um livro?

Vc chama ele de filho?

Ter um blog sobre árvore é a mesma coisa que plantar uma?

 

Cara, o que é isso? O ‘ser ou não ser’ do pós tudo? Quem sou eu, qual a minha missão na rede? Existe vida além da blogosfera?  

 

Ah, qualé!?!

 

E depois de muito pensar, quer saber? NÃO SEI.

 

Mas, note (adoro: ‘note’), que esse não sei não é um não sei qualquer, da família do ‘não quero saber e tenho raiva de quem sabe’.

 

Nããão, é um não sei convicto, despudorado, impune – digo, inimputável.

 

Sem ter pensado exatamente sobre isso – de verdade!! – o primeiro post aqui (vê lá trás) foi:

“well let me be the first to say that I don’t have a clue. I don’t have all the answers and ain’t gonna pretend like I do.”

 

Porque é isso. É, aliás, exatamente isso que é prá mim, hoje, o maior tesouro que uma criatura pode ter – não saber.

 

OK, ‘quem não sabe onde vai…’, e tals, aquele papo, que faz na verdade com que ignorar seja o sinônimo máximo de LIBERDADE. Por que diabos adulto tem que saber TUDO??

 

Desnecessário discorrer sobre TUDO que a gente TEM que e saber hoje em dia, né? Afinal… vc sabe…

 

E é por isso que o tal do blog, prá mim, é só um lugar de brincar, de não saber. De postar e depois mudar, a cor, o comentário. Gosto. Depois, não gosto. Aprendi, achei, descobri, falei, e daí? Me deixa. Então, se vão ler, se não vão, realmente não me importa. Nem sei. Tô cansada de saber, sabe? 

 

 

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Por quê as pessoas lembram de Cindy Lauper, a Madonna não se deixa esquecer, a menina Britney… taí de volta, e niguém ouve NINA HAGEN??

Cara, ela é muito boa, ela é muito divertida, ela é muito doida. E nem sei se ela ainda é, se ainda vive, mas penso que sim.

Nina Hagen (nascida Catharina Hagen no dia 11 de março de 1955, na cidade de Berlim, Alemanha), é uma cantora alemã de grande sucesso internacional, especialmente por suas atuações e por suas extravagâncias vocais.

Apesar de ser uma renomada roqueira representante da música popular, anteriormente, ela recebeu treinamento vocal formal como cantora de ópera (o que transparece, por exemplo, em sua interpretação de New York, New York de Frank Sinatra).

O fato é que brincando de achar músicas outro dia, me lembrei dela, e ouvi algumas que as minhas primas – na verdade uma prima em especial, ouvia quando eu era pequena, bem pequena e achava ela, a prima, o máximo (na verdade acho que ainda acho)… Mas daí é que algumas me foram familiares, outras eu ouvi pela primeira vez, e êita que me diverti!!

Não esqueço mais. E agora quero achar todos os seus cds e descobrir outras pérolas do naipe de ‘wir tanzen tango’, ‘du hast den farbfilm vergessen ‘, ‘ich bin da gar nicht pingelig’, e a própria ‘rangehn’. 

   

 



Da BBC Brasil – 10/10/2008 12:28

Venezuela fecha todos os McDonald’s do país por 48 horas



Sister – (Nixons)

Here I am again,
Overwhelming feelings
A thousand miles away
From your ocean home
Part of me is near
 
Thoughts of what we were invade
The miles that stand between
We can’t separate
Your all I hoped you’d become
 
Sister I see you
Dancing on the stage
Of memory
Sister I miss you
Fleeting visits pass
Still they satisfy
Reminders of the next
Overshadow goodbye
Our flames burn as one

Sister I see you
Dancing on the stage
Of memory
Sister I miss you

All I am begins with you
Thoughts of hope understood
Half of me breathes in you
Thoughts of love remain true

Here we are again saying goodbye
Still we fall asleep underneath the same sky
You’re all I knew you’d become

Sister I see you
Dancing on the stage
Of memory
Sister I miss you

Entwined, you and I
Our souls speak from across the miles
Intertwined, you and I
Our blood flows from the same inside
Half of me, breathes in you
Thoughts of love remain true

I see you, I feel you
When I close my eyes
I see walking there…
I see you dancing in my mind


{06/10/2008}   tecnicolor

descobri as cores. deu prá perceber?



{04/10/2008}   Até hoje.

 

 Do meu irmão para mim, ele tinha 9 anos, eu 2…



{02/10/2008}   o gosto do cheiro

Hoje de manhã eu fui comprar chicletes.

Não se compra chicletes, de manhã. Compra-se junto com cigarro antes de sair, à noite, para descansar do gosto da cerveja com cigarro.

Mas hoje, deu vontade. Entrei num buteco copo-sujasso, perto do escritório, que deve ser do velhiho que atende lá desde que passavam por alí tropeiros rumo à Br-040, e perguntei:

Eu: é quanto o Trident, moço?

Ele: Um real e vinte. Qual sabor?

Eu: verde.

Dinheiro prá lá, Trident prá cá, e eu saí pensando: sabor verde?

OK, ‘sabor verde’, ‘Bom Ar sabor lembranças da infância’, são coisas que fazem parte do meu mundo paralelo, imaginário, infantil, onde é permitido  atribuir aos seres qualidades diversas daquelas que lhes são gramaticalmente cabíveis. Aprendi com a Emília – do sítio. 

Mas me dei conta, e, na verdade, SÓ me dei conta, de que o velhinho nem mudou a cara, depois que fui embora.

Ele nem se espantou, nem riu, nem me olhou com cara de compaixão, ou de ‘percebi, mas não vou me dar ao trabalho’ .

E daí que no segundo seguinte, I realized*: ‘Bem vinda, Ana Luiza, ao mundo que TEM chicletes sabor verde prá vender.’ E, se isso não é contemporaneidade, eu não sei o que é. 



{30/09/2008}   Muchas Gracias

“Una película vista por mil personas se pueden convertir en mil películas distintas y todas son legítimas. Muchas gracias por haber enriquecido algo que he hecho en una dirección y que vosotros habéis sabido encontrar y expresar en un montón de direcciones más.”

Pedro Almodóvar
(En el discurso de clausura del Primer Congreso Internacional Pedro Almodóvar celebrado a finales de noviembre de 2003 en Cuenca -España).


{28/09/2008}   Aaaaaaaaaaaaiiiin!!!

Queria HOJE ir ao cinema ver esse. Mas ele vai chegar… um dia vai.

www.bekindrewind.ie



{28/09/2008}   My favorite things

 

Minha mãe tinha 21 anos e duas gatas. Uma se chamava ESDRÚXULA, a outra CATÁSTROFE. E lembrar disso sempre me deixa feliz.



et cetera